Como todos sabem, nesta sexta-feira comemoramos o Dia dos Namorados. Milhões de pessoas se desesperam nos Shoppings, à procura de presentes e lembrancinhas para seus agregados. Mas afinal de contas, qual é a origem do Dia dos Namorados?
Comemorado no dia 14 de fevereiro nos EUA e Europa, o Valentine´s Day (mais conhecido como Dia de São Valentim, para os viciados em Chaves) têm toda uma história por detrás da data:
Diz a lenda que no ano de 270 a.c. o imperador romano Claudius II proibiu os casamentos em seu reino (ele dizia que um homem solteiro se alistaria ao exército mais facilmente). Acontece que o Bispo Valentim continuou celebrando casamentos secretamente, mas depois de um tempo foi pego e condenado à morte (naquela época, qualquer peido fora do cobertor era motivo para matar alguém).
Enquanto esperava sua morte, Valentim recebeu uma porrada de flores e bilhetes da galera. Recebeu até a visita de Asterius, a filha cega do carcereiro. Papo vai… Papo vem… Eu não estou fazendo nada e você também… Pimba! Os dois se apaixonaram! E não é que por uma obra do destino milagrolístico, a mina recuperou a visão??? Mesmo assim, no dia 14 de fevereiro o São Valentim foi decapitado e talz.
Em homenagem ao São Valentim, no dia 14 de fevereiro comemora-se o dia dos namorados (nas gringas, é claro!)
E quanto ao Dia dos namorados no Brasil? (12 de Junho)
Aqui no Brasil, a história é muito menos romântica: Tem nego que diz que a data vêm de Santo Antônio (o santo casamenteiro), mas parece que a comemoração do Dia dos Namorados tenha sido criação do publicitário João Dória, da Agência Standard Propaganda, em 1948.
Como junho era um mês fraco para o comércio, o publicitário fez um conchavo com a Confederação de Comércio de São Paulo, e criou o slogan “Não é só de beijos que se prova o amor”. A Agência Standard ganhou o título de agência do ano, e a tradição de presentear o namorado(a) foi passada para o resto do país, para a alegria dos comerciantes.
Então, toda a vez que você pagar uma das 47 parcelas do carnê da Casas Bahia, correspondente àquele presente que você deu para sua namorada (que nem é mais a sua namorada), pode xingar o cornudo do João!


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